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5 mar 2020

Modelo de Startup é opção para soluções diferenciadas às empresas

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Contratar serviços que sejam vantajosos é sempre o desejo das instituições. Obter vantagem com prestadoras que ofertem um valor diferenciado, que atendam às necessidades de acordo com a infraestrutura da instituição e que possuam respostas rápidas com custos reduzidos é o que as startups vêm ofertando ao mercado tradicional de vendas e mudando paradigmas em todas as áreas, inclusive na Logística.

Um dos grandes diferenciais entre os negócios tradicionais e as startups (modelos inovadores) é a velocidade com que as empresas entregam serviço, bem como sua habilidade em incluir em seus sistemas ajustes específicos para cada cliente. Outro lado que é importante pontuar e prestar atenção é que startups muito novas podem não possuir processos claros e por vezes podem, no fim das contas, não atender a todas as normas e certificados de qualidade exigidas pelo setor da saúde.

Por isso, na hora de contratar os serviços de uma startup, é importante que as empresas da Logística Farmacêutica estudem qual o produto ou serviço necessário para seu bom funcionamento, além de estimar como as startups podem atender suas necessidades. Durante o processo de contratação de um serviço, é preciso mensurar e considerar as expectativas criadas pelas startups e os requisitos de entrega delas, a fim de tornar o resultado positivo em todas as pessoas.

Hoje a Sensorweb, uma startup parceira da Anfarlog, está há 10 anos aprendendo continuamente sem perder a capacidade de entregar de forma ágil soluções estáveis.

Por que a Sensorweb é destaque como Startup?

Existem vários conceitos sobre o termo “StartUp” e seus mais variados tipos de modelo, bem como falas de pessoas. No Brasil, quando se fala de inovação, entende-se que “StartUp” é um grupo de pessoas à procura de um modelo de negócios repetível e escalável, trabalhando em condições de extrema incerteza.

É por essa descrição que a Sensorweb se identifica como uma startup, uma vez que o lançamento de sua primeira solução para registro e monitoramento de temperatura através da internet foi por meio de testes para torná-lo escalável e contando com as incertezas das mais variadas possíveis, tendo em vista o mercado de atuação que a empresa se encontra.

“Nas negociações, as incertezas eram ainda maiores, pois o mercado de saúde exige de seus fornecedores a segurança de que tudo estará correto e perfeito, tornando um desafio para nós introduzir um produto diferente de tudo que já havia sido visto e ainda um modelo de negócios que se baseia na entrega de dados confiáveis”, explicou Douglas Pesavento, CEO da Sensorweb.

O modelo de negócios da empresa é outro fator que encaixa a marca ao conceito de startup, uma vez que é voltado à entrega de serviços e de dados, diferente de tudo que havia na área até então, em que as empresas apenas vendiam equipamentos.

Seu destaque como startup vem da evolução contínua em sua trajetória, principalmente se olhar para ampliação de sua solução, tornando-a validável e a primeira do país a ter um portfólio completo de monitoramento para a cadeia do frio, incluindo o monitoramento em ambientes de armazenamento (CDs) e automóveis (caminhões, carros, motos, etc).

A empresa continua desenvolvendo outros tipos de monitoramento para o setor da saúde, iniciando novos ciclos de trabalho com o mesmo viés que iniciaram com a cadeia fria.

Conheça o trabalho desenvolvido pela Sensorweb

A Sensorweb é responsável por desenvolver e fornecer soluções em Internet das Coisas para registro e monitoramento online de temperatura e umidade em todos os elos da cadeia do frio. A empresa tem se consolidado na prestação de serviço direcionado ao setor da saúde, monitorando desde a indústria, passando pela Logística e distribuição e chegando até as unidades de saúde, tais como hospitais e clínicas.

Desde o princípio, o foco da companhia é a área da Saúde, tendo o seu primeiro marco em 2012, quando a Sensorweb iniciou o serviço de monitoramento no hospital oncológico de referência no país, o Instituto do Câncer do Estado de São Paulo.

De acordo com o CEO da empresa, Douglas Pesavento, trabalhar com grandes hospitais e suas equipes permitiu à Sensorweb aprender ainda mais sobre a cadeia logística do frio, levando à decisão de ampliar o serviço para o segmento da indústria e Logística farmacêutica.

“Investimos em estudos que transformassem a nossa solução validável, atendendo aos requisitos do Guia de Validação de Sistemas Computacionais da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), bem como a norma de segurança FDA CFR 21 Part 11”, explicou o profissional, que destacou a empresa como primeira solução nacional em nuvem a ser validada.

“A validação ocorreu, em 2017, junto ao Instituto de Biologia Molecular do Paraná (IBMP), onde é produzido insumos para o kit de testes NAT HIV/HCV para o SUS. Ainda hoje somos a única solução que atua junto ao cliente na validação de sistemas em nuvem”, contou Pesavento, que ressaltou, ainda, que a evolução contínua da solução permitiu atender a outras normas e regulamentações direcionadas a Indústria e Logística Farmacêutica, abrindo caminhos para atender nomes como a RV Ímola, BOMI Brasil Group, Werfen, Equiplex e o Aeroporto Internacional de Guarulhos (GRU).

Recentemente, a Sensorweb passou também a atender por completo a normativa recém-publicada, a RDC 304/2019, que trata das Boas Práticas de Armazenamento, Distribuição e Transporte de Medicamentos, e nela o registro informatizado de temperatura e umidade é um ponto importante.

Frase Destaque

“Nossa parceria com a Anfarlog tem como objetivo levar confiabilidade com inovação através dos nossos sensores e de nossa plataforma online, visando facilitar o dia a dia das equipes, reduzir o tempo de trabalho em atividades rotineiras e garantir segurança à saúde em todos os elos da cadeia fria.”

(Douglas Pesavento – CEO da Sensorweb)

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